Vereador chama presidente de arbitrário
Arbitrário. Este foi o termo utilizado pelo vereador Ademir Braz de Sousa (PMDB0 para definir a atuação do presidente em exercício da Câmara Municipal de Brusque, Roberto Pedro Prudêncio Neto (PSD). O motivo foi a decisão tomada por ele de não colocar em votação um pedido feito pelo líder do governo, Valmir Coelho Ludvig (PT), para que se chamasse representantes das funerárias da cidade para prestar esclarecimentos sobre os serviços.
A decisão de Prudêncio Neto foi tomada depois de um pedido de Dejair Machado (PSD), que disse ser desnecessária tal medida, considerando que estava para ser formada uma comissão especial de investigação. Valmir Ludvig tentou argumentar, mas foi cortado diversas vezes em seu discurso por Prudêncio Neto, que não permitiu sua fala. A situação deixou Ademir indignado.
"O senhor perdeu a oportunidade para. em um mês que fica na presidência, ser mais democrático e solidário com os demais vereadores. E, não fazendo da maneira arbitrária com fez hoje e vem querendo fazer na indicação obrigatória de vereadores desta casa", soltou o peemedebista.
Roberto Prudêncio se limitou a dizer que, na condição de presidente, poderia dar o destino que quisesse para o pedido e que estava amparado pelo Regimento. Ademir voltou a entrar em atrito, desta vez com Dejair Machado, que foi à tribuna e contestou o conhecimento do peemedebista sobre o Regimento da Casa.


